terça-feira, 29 de julho de 2014

Reforma Raimundo de Oliveira


Raimundo de Oliveira

Ainda estamos a espera da reforma de nossa praça esportiva, futebol que é bom, Caucaia já não apresenta a muitos anos. Essas fotos mostram o descaso do poder publico com um local que poderia servir de palco para grande jogos, pois o futebol amador de Caucaia, por mais que seja deixado de lado continua suspirando como se estivesse em uma sala de UTI, as pessoas que gostam de futebol continuam fazendo as competições em campos abertos, onde poderíamos ter um local adequado para pratica do esporte.





Fachada do Estadio

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Descaso Publico

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sexta-feira, 25 de julho de 2014

A AEFAC ira promover o primeiro Campeonato Feminino de Futebol Society, Caucaia sempre foi destaque nas competições estaduais e nacionais.
Iremos em busca de novos talentos que possam ser aproveitados futuramente.

Projeto Futebol e Cidadania

Foi com grande satisfação e louvor que a Diretoria LDC (Liga Desportiva de Caucaia), junto com a ONG ARCA, lançou o projeto:
Projeto Esporte e Cidadania, na ocasião estiveram presente Bené Lima representando a Federação Cearense de Futebol, Bosco representando o Prefeito Washington, Americo Rocha representando a Camara de Vereadores, Milza representando a Arca e José Ricardo Presidente LDC e demais presentes como presidentes de associações filiadas a LDC e seus diretores.
Foi um momento impar no qual foi mostrado a todos algo que até então nunca foi visto em nosso municipio, a iniciativa privada tornando um sonho em realidade que sempre foi desejado pelos desportistas caucaienses.
As empresas OI e M Dias Branco apostaram alto nesse sonho e irão custear algumas despesas da competição serão nossos patrocinadores.
Uma iniciativa  da Arca junto com LDC e seus patrocinadores irão disponibilisar 244 jogos de material esportivo.
Na ocasião foi apresentado os novos uniformes que sera usado pela equipe de arbitragem, serão dias de muita emoção ao ver os campos lotados para ver sua equipes jogando.











sábado, 12 de julho de 2014

Os próximos passos da Adidas



Com a onipresença de sua marca na final do domingo 13, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, a grande vencedora da Copa do Mundo de 2014 foi a alemã Adidas. Antes do início do torneio, muitos analistas de marketing esportivo avaliavam que essa edição poderia ficar marcada por representar a tomada do domínio mundial dos artigos para futebol por parte da americana Nike, diante de sua rival mais tradicional no esporte bretão. Afinal, a gigante ianque patrocinava dez times contra nove da Adidas. Entre eles estavam o dono da casa, o Brasil, e a também semifinalista Holanda.
A Nike ainda detinha o patrocínio pessoal de Neymar, um dos favoritos a craque do torneio, e do português Cristiano Ronaldo, o melhor jogador do mundo na última temporada. Mas tudo deu errado para o time que a americana escalou. Graças a uma histórica goleada na seleção amarelinha e às bênçãos do papa Francisco, a final acabou colocando frente a frente duas seleções apoiadas pela Adidas, Alemanha e Argentina – a primeira vez em 24 anos que as duas equipes de uma final de Copa vestem uniformes fornecidos pela mesma empresa.
Também 70% dos jogadores em campo contam com patrocínio da alemã. Com destaque para a estrela maior de sua constelação, Lionel Messi. E, como se não bastasse, no centro do espetáculo estava um artigo desenvolvido em seus laboratórios: a bola Brazuca. Tudo isso resultou em bons negócios para a companhia fundada pelo fabricante de calçados Adi Dassler, em 1949. “Superamos todas as nossas ambições para o evento”, afirmou Roland Auschel, membro do conselho de administração e responsável por vendas globais e pelo mercado brasileiro.
Isso se reflete no número de Brazucas comercializadas desde o seu lançamento no início do ano. Foram 14 milhões de bolas vendidas, um acréscimo de um milhão em comparação com a famosa Jabulani, utilizada na Copa de 2010, na África do Sul. Vestir as duas equipes mais bem-sucedidas do Mundial também ajudou a companhia a vender oito milhões de seus uniformes, contra 6,5 milhões de quatro anos atrás. Mais de dois milhões deles foram de camisas da seleção alemã. “O impressionante é que 500 mil das vendas do uniforme da Alemanha foram realizadas fora da Europa”, diz Markus Baumann, vice-presidente sênior de futebol da Adidas. É um sinal de que a geração de Schweinsteiger, Lahm e Toni Kroos encantou fãs de futebol de todo o mundo.
No Brasil, fez especial sucesso a camisa reserva dos germânicos, inspirada no design rubro-negro do Flamengo. Tamanho sucesso pode ajudar a Adidas a defender melhor a sua liderança no negócio global de futebol. A empresa de material esportivo espera alcançar US$ 2,7 bilhões com futebol em 2014, superando os US$ 2,3 bilhões conseguidos pela Nike, no seu ano fiscal terminado em maio. Mas, encerrada a Copa do Mundo, a alemã tem mais trabalho pela frente, para aproveitar o rebote da febre de bola que acometeu o planeta nas últimas semanas. “O futebol é um negócio que não para nunca”, afirma Baumann.
Nas próximas semanas, a empresa deve apresentar a sua nova chuteira da linha Predator. E, em agosto, estarão de volta os principais campeonatos europeus, e a empresa lançará versões novas de uniformes de importantes equipes, como Real Madrid, Bayern de Munique e Milan. No Brasil, a Adidas patrocina Flamengo, Palmeiras, Fluminense e Sport Recife. Aqui, o risco é que a acachapante derrota brasileira cause uma ressaca no consumidor local. “Espero que isso não aconteça. A população brasileira pode se orgulhar de ter passado uma imagem diferente do Brasil da que era divulgada lá fora”, diz o executivo alemão. “As pessoas continuarão gostando de futebol e torcendo para os seus times.”
O grande desafio da empresa, no entanto, será o de assumir a posição de franco-atirador para a próxima Olimpíada, a ser realizada em 2016, no Rio de Janeiro. Patrocinadora de todas as Copas do Mundo, desde 1970, e dos Jogos Olímpicos desde 2004, a Adidas deixará, dessa vez, a posição de protagonista do evento para a rival Nike. Por todos esses anos, a Nike aperfeiçoou um estilo de campanhas publicitárias que a faziam roubar a cena mesmo sem ser a apoiadora oficial dos grandes eventos. Em dois anos, a Adidas terá de provar que também consegue se destacar, mesmo correndo pela pista de fora.

sábado, 5 de julho de 2014

Fifa ameaça desfiliar Nigéria


                           nigéria



Nesta sexta-feira, a Fifa enviou uma carta à Federação Nigeriana de Futebol expressando sua grande preocupação com as ações tomadas pelo poder público que acabam afetando a NFF e, consequentemente, a evolução do esporte no país.
A entidade máxima do futebol soube que a federação estava sofrendo processos judiciais que proibiam seu presidente, os membros do Comitê Executivo e do Congresso da NFF de cuidar dos assuntos do futebol nigeriano. Além disso, o presidente da NFF, Aminu Maigari, foi detido por representantes do Departamento do Serviço de Segurança do Estado.
Por isso, o ministro do Esporte nomeou um diretor-assistente para assumir o comando da federação. Pelo Estatuto da Fifa, todas as suas associações-membro têm de gerir seus negócios de forma independente e sem a influência de terceiros.
Não reconhece
A Fifa ainda garantiu que não irá reconhecer qualquer pessoa ou órgão não eleito em conformidade com os estatutos da Federação Nigeriana e, portanto, não irá considerar a nomeação feita pelo ministro do Esporte.
A NFF convocou um congresso para o dia 26 de agosto e, só depois, as decisões tomadas serão consideradas legítimas. A NFF tem até a próxima terça-feira para restabelecer seus funcionários. Se isso não ocorrer, o caso será encaminhado aos órgãos da Fifa responsáveis pelas sanções, o que pode culminar na suspensão da federação.

Membro da Fifa está na origem da revenda ilegal de entradas da Copa

Um integrante estrangeiro da Fifa é suspeito de estar na origem de uma rede internacional de revenda de entradas para a Copa do Mundo de 2014, informou nesta quinta-feira, 3, a Polícia Civil do Rio de Janeiro, que pediu ajuda à instituição para identificá-lo. O integrante da Fifa, um estrangeiro hospedado no Copacabana Palace, negociava ingressos de cortesia nas tribunas VIP destinados a ONGs, patrocinadores e parentes de jogadores à subsidiária Match Hospitality.

A Match, por sua vez, entregava os ingressos a um franco-argelino com altos contatos no mundo do futebol, Mohamadou Lamine Fofana, que os revendia por cerca de 1.000 euros cada, normalmente através de agências de turismo.
O esquema ilegal funcionou durante os últimos quatro mundiais, de acordo com a Polícia Civil. Onze pessoas, incluindo Lamine Fofana, foram detidas nesta terça-feira numa operação policial que desmantelou a rede.

"Era um grupo que faturava muito dinheiro a cada partida. Eram cerca de 1.000 ingressos por partida, com um preço base de 1.000 euros cada", declarou à AFP o promotor Marcos Kac. No início da investigação, a polícia acreditava que Lamine Fofana trabalhava na Fifa e era o líder da rede, mas logo percebeu que ele não pertencia à entidade e "havia alguém acima dele na Fifa, com um intermediário na Match Hospitality", declarou nesta quinta-feira o delegado Fábio Barucke, em coletiva de imprensa.

Lamine Fofana tem dois passaportes, um francês e outro argelino. De acordo com a Polícia Civil do Rio, ele vive em Dubai e tem um escritório em Genebra.
"Temos provas de que pelo menos uma pessoa da Fifa repassava ingressos à Match Hospitality", insistiu o delegado. O promotor Marcos Kac explicou que investigava também o papel de várias Federações de futebol, principalmente na Argentina, Espanha e Brasil, na eventual revenda de ingressos de cortesia, através desta rede ilegal.

"A Fifa aguarda para ver todos os elementos desta investigação e não podemos fazer nenhum comentário por enquanto", disse a porta-voz da entidade, Delia Fischer, consultada nesta quinta-feira sobre o assunto. A operação para desmantelar a rede desenvolveu-se em sigilo total, sem contato com a Fifa, explicou o delegado Barucke. "Queremos identificar até o último escalão desta rede, os revendedores nos estádios, até aqueles que estão acima de Lamine Fofona, que davam a ele os ingressos", explicou.

Ao fim da operação, também determinou-se o fechamento de três agências de turismo que estariam envolvidas na comercialização clandestina de ingressos.
O irmão e empresário do astro brasileiro Ronaldinho Gaúcho, Roberto de Assis Moreira, será convocado a depor, apesar de, por enquanto, não ter sido indiciado, de acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro. "O irmão de Ronaldinho disse a alguns amigos que podiam comprar ingressos através deste esquema", declarou o promotor.

"Se acharmos que ele tem alguma relação com o grupo, se virmos que, de alguma forma, ele colaborava, então ele será indiciado. Por enquanto, não há provas", esclareceu. O jornal O Dia revelou na quarta-feira uma conversa por telefone entre Lamine Fofana e o irmão de Ronaldinho. Na conversa, Assis comenta que está negociando uma transferência do jogador com um clube de fora do Brasil, talvez do Catar, por "10 milhões" por temporada, sem especificar a moeda.

Em seguida, Lamine se oferece para falar com autoridades do Catar e de Dubai para ajudar nas negociações. A operação policial foi batizada de "Jules Rimet", em homenagem ao criador da Copa do Mundo que presidiu a Fifa durante 33 anos.