O governo do Qatar lançou na manhã desta quarta-feira, em Doha, uma premiação chamada: "Desafio 22", ligada à Copa do Mundo de 2022, que será disputada no país. A ideia é premiar o melhor projeto de sustentabilidade e inovação com foco em esporte e saúde e experiência no evento. O vencedor levará a quantia de 20 mil dólares (cerca de R$ 52 mil).
A premiação foi lançada pelo Comitê Supremo para Entrega e Legado da Copa, a empresa Silatech (que trabalha com jovens com ideias inovadoras) e o Fundo de Pesquisa Nacional do Qatar. Só podem participar da disputa pessoas nascidas no chamado "Mundo Árabe", formado por Qatar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein, Kuwait e Omã.
- Estamos orgulhosos por lançar o Desafio 22 e convidar as pessoas da região a pensarem grande e trazerem soluções inovadoras associadas com a organização de grandes eventos esportivos. A Copa de 2022 no Qatar é mais do que um torneio, é uma oportunidade para criarmos um legado para toda a região - afirmou Hassan Al Thawadi, secretário-geral do Comitê Supremo para Entrega e Legado da Copa.
Após a apresentação do projeto, aconteceu um debate entre grandes personalidades da região sobre o projeto. Ex-tenista e atual apresentador da bein-Sports, Mohammed Saadon Al-Kuwari, criticou o Mundial de 2014 no Brasil ao falar sobre a expectativa por 2022.
- Estive na África do Sul, em 2010, em seu primeiro mundial, e em 2014 no Brasil, com problemas no aeroporto e de infraestrutura. Aqui será diferente - afirmou.
*O repórter viaja a convite da organização do Mundial masculino de handebol
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