Redação Central, 1 jun (EFE).- O comitê de organização da Copa do Mundo de 2022 (SCDL) negou por meio de comunicado a informação publicada neste domingo pelo jornal britânico "Sunday Times" de que o ex-executivo da Fifa Mohammed bin Hammam pagou US$ 5 milhões a dirigentes africanos para comprar a oportunidade de sediar o torneio.
"A candidatura do Catar sempre atuou com a máxima ética e integridade para conseguir a organização da Copa do Mundo de 2022", disse em comunicado o comitê.
"Quanto à recente informação do 'The Sunday Times', reiteramos que Mohammed bin Hammam não desempenhou papel oficial ou extraoficial algum na candidatura do Catar 2022. Como aconteceu com qualquer um dos membros do Comitê Executivo da Fifa, a equipe de nossa candidatura teve que convencer o senhor Bin Hammam dos méritos desta", acrescentou.
O SCDL explicou que está "cooperando plenamente com Michel García", chefe do comitê de ética da Fifa, "em sua investigação", e acrescentou que confia totalmente que "tudo conduzirá a evidenciar que a candidatura para obter a Copa de 2022 foi fiel ao fair play".
"Negamos com veemência as acusações de má conduta. E daremos os passos que forem necessários para defender a integridade da candidatura do Catar, e nossos advogados já estão trabalhando no assunto", assinala.
"O direito de organizar o torneio foi ganho porque esta era a melhor candidatura e porque este é o momento de o Oriente Médio sediar sua primeira Copa do Mundo", conclui o texto. EFE
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